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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Sobre os amanheceres

Uma coisa não posso reclamar desse semestre: Meus horários estão racionais em relação à hora em que eu tenho que sair de casa para trabalhar. Saio entre 7 e 7 e 15 todos os dias. Não é cedo, nem desequilibrado como semestre passado. Além disso, como já estou acabando a faculdade, só tenho aula em uma noite.
Esses fatores têm gerado, agora que os dias voltaram a ser maiores do que as noites, uma deliciosa sensação que não tinha já há um bom tempo: Meu relógio biológico está se alinhando com o nascer do sol. É uma delícia! Todas as manhãs, quando o dia começa a clarear, eu acordo, espontaneamente, e sem a sensação de sono. Isso tem acontecido, essa semana, por volta das 5:30.
E hoje - que o dia, além de tudo, não amanheceu nublado, eu parei prá pensar o que estou fazendo desse tempo. Antigamente, quando isso ocorria, eu acordada - e não importava a opinião das outras pessoas de que essa não era hora de levantar - e começava meu dia. Agora, eu volto para a cama. E, na hora que o despertador toca, estou com sono.
Tenho que voltar a encontrar forças para começar meu dia quando meu organismo pede - pelo menos, enquanto eu posso. Pelo menos, para compensá-lo pelo tanto de tive de forçá-lo no inverno, pelo tanto que ele reclamou de estar se movendo tão antes do sol nascer.
Minha relação com o sono foi uma das coisas que mudou depois do Chronos - eu me tornei muito preguiçosa. Mas, talvez, indo além das aparências, isso não seja bom para mim. É muito gostoso descansar nos braços de quem se ama. E essa sensação seduz. É um conforto sem igual nesse mundo. Mas qual é o momento de sair do conforto para produzir, para realizar coisas belas nesse mundo?
Vou tentar acordar quando meu organismo pedir. Seja para anotar os sonhos decentemente, o que eu não tenho conseguido fazer nos últimos tempos, seja para praticar um pouco de Yoga, para uma sedução matinal, para escrever alguma coisa, preparar meu próprio café. Sinto que esse é o momento de dar esse passo, e, com ele, crescer um pouco. Se, essa é minha natureza, aceitá-la só me fará melhor.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Qual é o anime / mangá da sua vida?

Se você é um bom assistidor de animes e leitor de mangás, ou, às vezes, se você der sorte, vai acabar descobrindo qual é o anime ou mangá da sua vida. Nesse caso, a obra parece retratar completamente você, pode até chegar a ser constrangedor assistir isso com outras pessoas, pois parece que é o mesmo que desfilar nu(a) na frente delas. Mas o contrário é mais comum: Você quer mostrar o anime para todo o mundo para que os seus amigos te entendam melhor.

É assim com a Carol que tem uma relação muito legal com Full Metal Alchemist, que lembra prá ela um bando de coisas que ela viveu com o primo dela, o Áttila. É assim com o Chronos, que tem altas viagens filosóficas com o mangá de Shaman King, (o anime é ruim) que, segundo ele, expressam muito bem a visão dele sobre o universo.

E quanto à mim? Esse post surgiu exatamente porque Agosto foi tão infernal que eu resolvi re-ver um dos animes da minha vida: Uma space-opera totalmente desconhecida no Brasil (acho que deve dar prá contar nos meus dedos quantas pessoas viram por aqui, uma vez que não teve legenda em português) chamada Uchuu no Stellvia (Stellvia of the Universe).  O jeito que a Shima, a personagem principal, se comporta e se relaciona com o mundo me espelha completamente.  Ela é retratada na imagem abaixo, que é como eu imaginei que é dentro de mim quando me disseram que dentro de mim há 10 Ló-zinhas e o meu problema é que elas ficam brigando entre si o tempo todo!


Eu só não fiz cosplay de Shima pa eu detesto roupas laranjas, heheheehehehehe. Mas eu fiz cosplay de uma das amigas dela, a Rinna-chan. Para quem não lembra, ou não viu, tem uma foto aqui e outra aqui.
Outro anime que espelha minha vida, embora com muito menos exatidão em relação a Stellvia, é Karekano. Pelo menos esse já é mais conhecido, né? Infelizmente, como quando vi ainda não estava no Multiply, não tenho nada publicado sobre ele, mas nessas horas, a Wikipedia resolve. Aliás, o meu primeiro cosplay foi no primeiro grupo de karekano do Brasil! E isso foi há muuuuuuuito tempo atrás, quando fansub ainda era em fita VHS. Cheguei a ter os dois uniformes (o de inverno e o de verão) mas eu não sei onde tem fotos digitalizadas :(

E você? Já sabe qual é o anime da sua vida?