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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Comprando uma camiseta


Chronos e Lórien estão voltando para casa depois da chuva, quando Lórien vê algo que lhe chama a atenção, e puxa Chronos de volta para a frente da vitrine de uma loja de roupas aparentemente sem graça.
Ló: Olha Chronos, essa camiseta tem os nomes dos ventos!
Chro: (fazendo cara de heinh, e demorando alguns segundos para mudar de assunto) - Hum, é....
Ló: (terminando de contemplar a camiseta, e puxando Chronos para dentro da loja): Parece que você acaba de ganhar uma camiseta.



No fundo da loja, umas quatro mulheres, aparentemente todas vendedoras, olhando com uma cara um pouco surpresa. Lórien e Chronos se dirigem à mais próxima:
Ló: Eu queria ver uma camiseta daquela lá da frente. Para ele.

Vendedora: Aquela é a última
Ló: Então aquela mesmo!

Chro: Que tamanho é?
Vend: é M.
Ló: Mas acho que vai servir.
Chro: Tem provador?
Vend: Tem sim.
Chronos experimenta a camiseta. Serve, apesar de não ser do modelo que ele está acostumado. Os dois vasculham a loja, à procura de mais algum achado.
Nada na loja se parece nem meramente com essa camiseta. Enquanto andam entre as araras, ainda se olham, surpresos e pasmos com o súbito achado, tornado ainda mais fantástico pela sua singularidade, no meio daquela loja tão insípida. Ainda um pouco decepcionada por não encontrar mais nada interessante, Lórien paga (está um pouco caro, mas quem se importa?), e ambos voltam para casa, num clima ainda um pouco onírico.
O que uma camiseta única, que é a última da loja, estaria fazendo na vitrine? Esse é um mistério inexplicável. Mas, por aqui, já aprendemos a confiar, mesmo quando não compreendemos.
Ah, os gatos também aprovaram! Ficaram doidos quando viram a camiseta!



quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Hoje o Sol sorriu prá mim!

Aquele sol de hoje às seis horas da tarde existiu mesmo, ou foi só uma miragem? Eis que eu estava saindo do trabalho, e ele me tomou completamente. Foi um momento maravilhoso, daqueles que, por mais que saibamos que são intraduzíveis,ainda assim, somos impelidos a tentar. E, tão logo entrei no ônibus, escrevi.

Esta tarde, todas as nuvens foram para o horizonte,
onde os aviões cruzam serenamente os céus.
Os casacos, usados de manhã,
Eram carregados alegremente pelos pedestres.

O azul celeste sorriu.

Nesta tarde, fez-se verão.