A carta foi, especialmente, um estimulante para meu lado intelectual. Consegui fazer tudo o que precisava com eficiência, embora estivesse com muito medo de as coisas não darem certo, ou eu não conseguir fazer tudo. O fato de eu escrever no blog nesse momento e ter passado por aqui essa manhã só ocorreu por que precisei de bem menos tempo para fazer a tarefa para a aula de grego de amanhã do que eu imaginava.
Além de estar me sentindo um pouco menos assustada com o grego (embora eu tenha plena consciência de que vou ter dificuldade de acompanhar o rítmo do curso), ainda fui relativamente bem no concurso que prestei no domingo: Eu consegui fazer praticamente todas as questões, inclusive as de matemática, tendo estudado apenas umas horas, uns 20 dias atrás... Só que, é claro, tive o mesmo problema de sempre com a danada da álgebra que insiste em não me amar: Errei nas contas, depois de ter me matado prá encontrar o raciocínio que resolve o problema, e isso ocorreu em umas três questões!
Também li bastante por esses dias: Terminei O Inimigo de Deus, e, em uma semana, lí Negrinha, do Lobato, que, como a Nilda tinha dito, é excelente! Também estou com idéias novas para o grupo de estudos, mas esse é um capítulo à parte, sobre o qual escreverei em breve.